sábado, 5 de outubro de 2013

CRONOGRAMA DO ESTÁGIO





CRONOGRAMA DO ESTÁGIO  SUPERVISIONADO  NA EDUCAÇÃO INFANTIL



DOCENTE: MARTA ALENCAR
DISCENTES: PATRÍCIA DA SILVA E REJANE MORAES, GRADUANDAS EM  PEDAGOGIA.
O ESTÁGIO SERÁ REALIZADO TRÊS DIAS NA SEMANA. PERÍODO: 25/09 Á 22/11 NA ESCOLA MUNICIPAL IRMÃ SHEILA, NO TURNO: VESPERTINO

DIAS DA SEMANA
CARGA HORÁRIA
SITUAÇÃO
25/ 09
4 HORAS
OBSERVAÇÃO
26/ 09
4 HORAS
OBSERVAÇÃO
27 /09
4 HORAS
OBSERVAÇÃO
02 /10
4 HORAS
OBSERVAÇÃO
03 /10
4 HORAS
OBSERVAÇÃO
04 /10
4 HORAS
CO-PARTICIPAÇÃO
09/ 10
4 HORAS

ELABORAÇÃO DO PROJETO REGÊNCIA
10/ 10
4 HORAS

ELABORAÇÃO DO PROJETO REGÊNCIA
11/ 10
4 HORAS

ELABORAÇÃO DO PROJETO REGÊNCIA
16/ 10
4 HORAS
REGÊNCIA
17/ 10
4 HORAS
REGÊNCIA
18/ 10
4 HORAS
REGÊNCIA
23/ 10
4 HORAS
REGÊNCIA
24/ 10
4 HORAS
REGÊNCIA
25/ 10
4 HORAS
REGÊNCIA
30/ 10
4 HORAS
REGÊNCIA
31/ 10
4 HORAS
REGÊNCIA
01/ 10
4 HORAS
REGÊNCIA
06/ 10
4 HORAS
REGÊNCIA
07/ 10
4 HORAS
REGÊNCIA
08 / 11
4 HORAS
REGÊNCIA
13 / 11
4 HORAS
REGÊNCIA
14/ 11
4 HORAS
REGÊNCIA
21/ 11
4 HORAS
REGÊNCIA
22/ 11
4 HORAS
REGÊNCIA

TOTAL: 25 DIAS



TOTAL: 1OOh;

TOTAL: 20h de observação e 80h de regência


OBS: Os nossos dias foram distribuídos em três dias semanais sendo eles: quartas, quintas  e sextas.

DICAS DA PRÓ







Bingo dos números


Gente boa! Aprendemos dicas bacanas e gostaríamos de compartilhar com vocês.




confecciona-se uma cartela com E.V.A de qualquer cor. Escreva-se números aleatórios na cartela, em seguir confecciona-se algumas papéis com números e assim as crianças aprendem e brincam ao mesmo tempo.
Beijos

Patrícia e Rejane

RESUMO DO VÍDEO: TRABALHANDO COM PROJETOS - CELSO ANTUNES



Faculdade Montessoriano de Salvador
Disciplina: Estágio Curricular
Orientadora Marta Alencar

Patrícia Silva
Rejane Moraes



De acordo com o vídeo “O trabalhando com projetos” este trabalho pedagógico causa profundas e benéficas transformações no cotidiano escolar. Mas como fazê-lo? Neste vídeo, Celso Antunes trata dos novos papéis que educadores e educando têm nesse contexto, mostra passo a passo como realizar projetos e traz diversos exemplos inspiradores.
Ao assistirmos o vídeo nos sentirmos profundamente envolvidas com o estágio, visto que teremos como atividade no estágio, a elaboração de um projeto de intervenção para a educação infantil, uma vez que será um projeto cuja atenda as necessidades da realidade das crianças ali envolvidas. Portanto o educador Celso Antunes esclarece a verdadeira importância dos projetos e de como podemos trabalhar com esses projetos nas escolas e também na faculdade a qual o acadêmico está inserido. Ele fala que o professor conduz as ações dos projetos desde que numa aula convencional o aluno passe de telespectador para pesquisador.
Celso Antunes apresenta também os passos fundamentais para elaboração de um projeto de modo que o objetivo esteja claro para todos, tendo em vista que é uma proposta desafiadora para os alunos. E é de fundamental importância que suas ideias estejam inseridas na produção e que os mesmos possam contextualizar desde que haja uma aprendizagem significativa.
No âmbito escolar a realização de um projeto propõe uma investigação desenvolvida com mais profundidade em torno de um determinado assunto. A busca da solução de algo pode se tornar um projeto. O projeto escolar pode ocorrer em sala de aula integrando as disciplinas curriculares ou envolvendo toda comunidade escolar.
O trabalho de Reggio Emília é referência de como trabalhar projetos e suas contribuições para o desenvolvimento do educando, nos fatores da aprendizagem, do social, da interação entre outras. Essas iniciativas educativas propiciam ao estudante a aprender a aprender, pois permeia na interdisciplinaridade curricular e o ajudará ao longo de suas vidas.
Celso Antunes chama atenção da importância do educador em saber trabalhar com projetos, pois esse profissional é um mediador da metodologia de ação e o educando passa ser pesquisador respeitando o conhecimento.
O autor relata passos importantes que devem ser respeitadas na elaboração de um projeto. O primeiro passo o objetivo central do projeto, que é trabalhado em conjunto ou com toda comunidade escolar. Outro passo relevante são as perguntas norteadoras, pois é constituída de curiosidade, a serem buscadas.
As fontes de pesquisa de todos os tipos (vídeos, livros, reportagens, artigos etc.) são relevantes para a compreensão do educando, pois toda pergunta há uma resposta.
Desse modo, discutir as fases do projeto o (inicio, meio e fim) precisa ser organizada em etapas de preparação, apresentação e avaliação. O cronograma nos permite ter uma noção importante do tempo da realização do projeto.
Nas atividades desenvolvidas, o olhar atento do educador e a percepção das habilidades operatórias do educando proporciona uma analise da metodologia cientifica, estimulando-os a repensar questões de natureza social, política e econômica.
Assim, a escola tem como finalidade estimular o educando a aprende a aprender, aprender a pensar, provocador da solidariedade e das relações interpessoais, configurador de sentir o outro em si, sentindo-se no outro e acordem competências, necessário para o desenvolvimento social do educando.


DIÁRIO DE OBSERVAÇÃO (2)



Olá queridos amigos, esta semana de observação foi recheada de novidades.

No início da semana a professora reuniu toda sua turminha para falar de sustentabilidade e o cuidado com as nossas cidades. É impressionante os resultados com as crianças, pois a conscientização acontece mesmo na infância.
Uma das crianças relatou um passeio a praia com seus pais e levaram para o lanche: cachorro quente, picolé, refrigerante, entretanto após o delicioso lanche com a família, todos jogaram o lixo em uma saquinho plástico e colocaram na lixeira. Olá que bacana né? 
O Menino que Quase Morreu Afogado no Lixo

As histórias fazem parte da rotina dos pequenos, assim o livro “O menino que quase morreu afogado no lixo” de Ruth Rocha fez sucesso com a criançada. A história relata a vida de Ronaldinho uma criança que não tinha noção de limpeza, seu quarto era muito bagunçado, cheio de lixo, papel de bala, biscoito, copo, papelão. Não vamos contar a história toda né! Mas tenho certeza que seus alunos, filhos, netos vão se amarrar.
No dia seguinte dia 3 de outubro a escola recebeu uma equipe massa, conscientizada sobre a importância da coleta seletiva e a reciclagem, a equipe da BATTRE conversaram com as crianças e organizaram uma espetáculo com fantoches divertidos. A palestra havia animação, informação e música. E a fada da reciclagem! 
Vamos postar algumas fotos para vocês curtirem.


" A Battre – Bahia Transferência e Tratamento de Resíduos Ltda. é a empresa responsável pelos serviços de operação e manutenção da Estação de Transbordo que atende a cidade de Salvador e pela implantação, operação e manutenção do Aterro Metropolitano Centro – AMC, que atende aos municípios de Salvador, Simões Filho e Lauro de Freitas".

domingo, 29 de setembro de 2013

REPORTAGENS QUE AMPLIAM NOSSOS SABERES




Foco do professor deve ser a ampliação dos saberes

 Aluna da pré-escola posando para ensaio de capa da revista Nova Escola Gestão Escolar. Foto: Marina Piedade
As crianças são ávidas por conhecimento e o adulto pode potencializar esse interesse por tantos assuntos oferecendo boas perguntas e bons cenários de pesquisa. Isso não significa que o professor deve conduzir as ações considerando exclusivamente seu ponto de vista. Ao contrário, um projeto visa dar sentido às aprendizagens e isso ocorre desde o início, com a escuta do que pensam e narram as crianças e a relação que ele estabelece entre essa escuta e os propósitos de aprendizagens escolhidos para a atividade.

O papel do professor na condução de um projeto é de mediador, um provocador de novos sentidos e curiosidades. A intervenção acontece quando as crianças pedem e também quando ele mesmo vê essa necessidade e considera que há tempo adequado para acrescentar novas perguntas ou informações.

A atuação do professor, embora não tenha caráter direcionador, em nenhum momento deve ser de abandono. É preciso oferecer apoio constante para ampliar os saberes que circulam no grupo. A cada momento, o professor toma uma atitude que considera a curiosidade das crianças, as intenções da pesquisa, a possibilidade de intercâmbio de opiniões, a negociação conjunta durante os momentos de socialização (que, aliás, é uma intervenção permanente no projeto) e a oportunidade de sistematizar os conhecimentos construídos pelo grupo para serem retomados e discutidos ao longo do processo.

Outro aspecto que merece atenção é o desenvolvimento do percurso de trabalho. Quando o professor decide envolver um grande número de áreas em um mesmo projeto, não há dúvida de que ele possui a boa intenção de ampliar os conhecimentos das crianças. Contudo, é importante considerar que o excesso de conteúdos pode comprometer o aproveitamento de todo o potencial de conexões entre os assuntos e a construção de alguns conceitos. Para que a aprendizagem ocorra, é preciso envolver as crianças com regularidade em contextos de pesquisa em torno de um mesmo assunto e permitir que haja possibilidade de errar, socializar pensamentos, perguntar e estabelecer relações entre um conhecimento e outro.

Quando o planejamento e o desenvolvimento de um projeto transitam por muitos temas, as crianças podem não aprofundar seu conhecimento. E o conteúdo que, inicialmente, deveria estar no foco da intenção educativa termina por ser abordado somente de maneira superficial.

Esta reportagem e da revista Nova Escola.
http://revistaescola.abril.com.br/creche-pre-escola/palavra-especialista-clelia-cortez-projeto-educacao-infantil-751323.shtml?page=1



CURIOSIDADE ORIENTA O DESENVOLVIMENTO DO PROJETO E A AÇÃO DO PROFESSOR


Em todo canto, um planejamento. Leitura.
Outro ponto a ser discutido é o tratamento destinado à curiosidade das crianças. Segundo o dicionário Houaiss, a palavra curiosidade está relacionada com o "desejo intenso de ver, conhecer, experimentar alguma coisa nova, original, pouco conhecida ou da qual nada se conhece"; "vontade de aprender, saber, pesquisar", ou ainda, "desejo irrequieto".

É inegável que as crianças possuem desejo constante de novos conhecimentos e isso pode ser explorado cuidadosamente em um projeto. Cabe ao professor selecionar o que é essencial para determinado processo de pesquisa e cuidar para que as perguntas elaboradas sejam de fato ferramentas para a reflexão.
Trabalhar a curiosidade significa promover a interação da criança com ambientes desafiadores que guiem seu pensamento para o que está em foco na investigação. É preciso ter em mente que os contextos planejados podem tanto alargar as experiências como restringi-las. Por isso, colocar as crianças como protagonistas de suas aprendizagens significa interagir com as suas narrativas e expressões, interpretá-las e sempre relacioná-las com a intencionalidade do projeto.

Essa não é uma tarefa simples. Exige reflexões constantes por parte do professor durante o planejamento e a ação. Por exemplo, se a intenção é gerar contextos significativos de leitura que favoreçam a imersão das crianças nas narrativas de qualidade, o professor pode planejar seu projeto levando em consideração a seguinte questão: o ambiente criado para a leitura (o acervo, o acesso aos livros na biblioteca, a organização do espaço da sala etc.) é convidativo?

Outras perguntas podem ser feitas: ao realizar a leitura do livro Chapeuzinho Vermelho em voz alta, por exemplo, o que as crianças poderão aprender com essa situação? Que intervenções podem ser antecipadas com base nas intenções de aprendizagem do projeto? A sequência de planejamento do projeto garante espaços para que as crianças recuperem e compartilhem suas observações sobre os textos apreciados? Com base nos conhecimentos que apresentam e, de acordo com o que foi colocado como intenção de aprendizagem, o que é preciso contemplar nos próximos planejamentos? Como esse projeto pode contribuir para que a leitura seja uma ação permanente na rotina do grupo?

Perguntas como essas podem ajudar o professor a conhecer mais as crianças com as quais trabalha e também a refletir sobre os objetivos e encaminhamentos pensados para o projeto.

http://revistaescola.abril.com.br/creche-pre-escola/palavra-especialista-clelia-cortez-projeto-educacao-infantil-751323.shtml?page=3


LER É DIFERENTE DE CONTAR HISTÓRIAS


Não há quem resista a boas histórias. Nas páginas dos livros, dos jornais e das revistas, na tela do computador e na televisão, narradas presencialmente ou transmitidas pelo rádio... Seja lá onde e como aparecem, elas encantam, amedrontam, fazem rir ou chorar, assustam e são capazes de levar, ainda que em pensamento, até a lugares distantes pessoas de qualquer idade, especialmente as crianças.

Na pré-escola, elas fazem parte da rotina de duas maneiras: leitura e contação. Além de proporcionar aos pequenos o contato com o mundo dos livros, os momentos de leitura os levam a compreender que a escrita é uma maneira de fixar o texto. Afinal, todas as vezes em que se lê um conto de fadas ou uma fábula, por exemplo, a história é a mesma, está registrada. A contação, por sua vez, explicita o valor da cultura oral. Por serem transmitidas de geração para geração, sem um suporte concreto, as narrativas sofrem diversas transformações.

Os saberes construídos e as habilidades desenvolvidas durante essas duas atividades não se encerram com esses exemplos. Tanto a contação quanto a leitura são um convite para explorar o mundo da ficção e a riqueza da linguagem literária.

Ler e contar histórias, porém, não é a mesma coisa - embora possa parecer à primeira vista, principalmente se as atenções estiverem voltadas só para o enredo. "As práticas têm particularidades no que diz respeito aos objetivos e à postura de quem apresenta a trama", afirma Maria Slemenson, formadora do Instituto Natura, em São Paulo. Por isso, cada uma delas pede comportamentos distintos tanto dos educadores como dos pequenos e ambos os grupos precisam estar cientes dessa necessidade.

A fim de esclarecer as principais diferenças entre ler e contar histórias e ajudar você a se preparar para o trabalho em sala, NOVA ESCOLA preparou a tabela comparativa à direita. Analisar esse material - que foi organizado com a colaboração de especialistas da área - permite repensar como as práticas são apresentadas à criançada e aperfeiçoá-las.

http://revistaescola.abril.com.br/creche-pre-escola/ler-diferente-contar-historias-683010.shtml